O implante contraceptivo é um bastão pequeno, colocado abaixo da pele do braço, que libera etonogestrel por até 3 anos. A Dra. Leila Canever avalia indicação, coloca, retira e acompanha o método em consultório nos Jardins, São Paulo.
O que é o implante contraceptivo
O implante contraceptivo é um método de longa duração. Depois de colocado, ele não depende de lembrar comprimido, trocar adesivo ou marcar aplicação mensal. Fica no braço e libera continuamente etonogestrel, um progestagênio.
Ele não é um "chip" hormonal manipulado. Nesta página, implante contraceptivo quer dizer implante subdérmico de etonogestrel, com finalidade de evitar gravidez.
Quando o implante contraceptivo faz sentido
O implante contraceptivo costuma entrar na conversa de quem quer contracepção por anos, mas sem colocar um dispositivo dentro do útero. Também pode ser considerado quando métodos com estrogênio não são boa escolha, como acontece em alguns históricos de enxaqueca, pressão alta, trombose ou amamentação.
Isso não torna o implante automático. A consulta avalia ciclo menstrual, sangramentos fora do padrão, medicamentos em uso, histórico de saúde e planos de gravidez. O melhor método é o que evita gravidez e cabe na sua vida, sem ignorar contraindicações.
Como é a colocação do implante contraceptivo
A colocação do implante é feita no consultório, na face interna do braço, com anestesia local. A pele é limpa, a região é anestesiada e o implante é inserido abaixo da pele com aplicador próprio. Depois, ele deve ser palpável.
O braço pode ficar dolorido ou roxo nos primeiros dias. A orientação de curativo e cuidado local é dada na consulta, junto com o registro de onde o implante foi colocado e quando deve ser trocado ou retirado.
O que o implante contraceptivo pode mudar no ciclo
O sangramento é a parte mais imprevisível do implante contraceptivo. Algumas mulheres param de menstruar. Outras têm escapes, ciclos espaçados ou sangramento irregular. Em geral, os primeiros meses mostram como o corpo vai se adaptar.
Essa conversa precisa acontecer antes. Para algumas pacientes, não menstruar é um alívio; para outras, escape sem data certa incomoda mais do que lembrar um comprimido. A escolha do método depende também desse limite.
Retirada e troca do implante
A retirada também é feita no braço, com anestesia local. Pode acontecer no fim do prazo, antes dele por efeito indesejado, ou quando você decide tentar engravidar. Não é preciso justificar a decisão.
Se a ideia é continuar com o método, a troca pode ser planejada para não deixar intervalo sem contracepção. Se a ideia é parar, a fertilidade volta ao padrão anterior depois da retirada.
Implante contraceptivo ou DIU
O DIU e o implante são métodos de longa duração, mas vivem em lugares diferentes do corpo e mexem de formas diferentes com o ciclo. O DIU fica no útero; o implante fica no braço. O DIU de cobre não tem hormônio; o implante tem etonogestrel.
Comparar os dois na consulta costuma clarear a escolha: duração desejada, menstruação, cólica, tolerância a hormônio, conforto com o procedimento e plano de gravidez para os próximos anos.
Atendimento
A consulta sobre Implante contraceptivo (etonogestrel) acontece no consultório da Dra. Leila Canever. Atendimento particular, com possibilidade de solicitar reembolso via convênio. Horários disponíveis e orientações de chegada são confirmados pelo WhatsApp antes de agendar.
