Nem toda queixa ginecológica termina em cirurgia, e a maior parte não termina. A Dra. Leila Canever indica, conduz e acompanha cirurgias ginecológicas a partir do consultório nos Jardins, São Paulo.
Como a indicação de cirurgia ginecológica é construída
A cirurgia entra quando o tratamento clínico não deu conta, quando o sintoma atrapalha a vida, quando manter a lesão traz risco, ou quando o diagnóstico depende de retirar e examinar.
Antes disso, a conversa é sobre o que existe de tratamento clínico, o que acontece se nada for feito e quanto tempo é razoável esperar. Fora das urgências, há tempo para decidir — inclusive tempo para ouvir outra opinião.
Vias de cirurgia ginecológica
A via da cirurgia decorre do que precisa ser feito, do tamanho da lesão e do seu histórico de cirurgias anteriores. Ela não é preferência de estilo.
- Histeroscópica — pelo canal do colo, sem corte. É o caminho do pólipo, do mioma submucoso e das aderências, e está descrito na página de histeroscopia.
- Vaginal — para correção de prolapso, cirurgias do assoalho pélvico, perineoplastia e procedimentos do colo.
- Abdominal — quando o porte ou a anatomia pedem.
Procedimentos ginecológicos mais frequentes
Parte destes procedimentos preserva o órgão, e a retirada entra quando o quadro justifica e o que foi tentado antes não bastou.
- Retirada de mioma — preservando o útero, quando a localização e o número permitem. Está ligado à página de mioma uterino.
- Histerectomia — retirada do útero, com ou sem os ovários, quando o quadro justifica e o que foi tentado antes não bastou.
- Cirurgia de ovário — retirada de cisto preservando o ovário sempre que possível.
- Conização e cirurgia de alta frequência — para lesões do colo do útero causadas pelo HPV.
- Laqueadura tubária — contracepção definitiva, com as exigências legais conversadas antes.
- Cirurgia de prolapso e do assoalho pélvico — quando há sensação de peso, bola na vagina ou perda de urina associada.
- Perineoplastia e ninfoplastia — correção de sequela de laceração e procedimentos da vulva com indicação funcional.
- Marsupialização de glândula de Bartholin — para cisto ou abscesso que volta.
A cirurgia ginecológica que não é feita aqui
Videolaparoscopia não faz parte do que a Dra. Leila realiza — nem a diagnóstica nem a de endometriose. Quando o caso pede essa via, a indicação é feita e a paciente é encaminhada. Está dito aqui porque é informação que muda o planejamento de quem já veio decidida a operar.
Antes e depois da cirurgia ginecológica
O pré-operatório inclui exames de rotina, revisão dos medicamentos em uso e avaliação de risco. A orientação do pós-operatório sai por escrito, com datas: quando voltar a dirigir, quando retomar esforço, quando retomar atividade sexual, quais sinais pedem contato imediato.
O material retirado vai para exame de laboratório, e o resultado é discutido na consulta de retorno — mesmo quando o procedimento correu como esperado.
Atendimento
A consulta sobre Cirurgia ginecológica acontece no consultório da Dra. Leila Canever. Atendimento particular, com possibilidade de solicitar reembolso via convênio. Horários disponíveis e orientações de chegada são confirmados pelo WhatsApp antes de agendar.
