Histeroscopia — Ginecologista nos Jardins

O que a histeroscopia vê que o ultrassom não vê, quando se indica e se precisa internar.

A histeroscopia é o exame que olha o interior do útero por dentro, com uma câmera fina que passa pelo colo. A Dra. Leila Canever realiza histeroscopia diagnóstica e cirúrgica para pacientes atendidas em consultório nos Jardins, São Paulo.

Por que a histeroscopia existe

O ultrassom ginecológico é excelente para o que tem volume e mede espessura, mas ele infere o que está dentro da cavidade. A histeroscopia vê.

Essa diferença importa quando a queixa é sangramento fora do padrão: um endométrio espessado no ultrassom pode ser pólipo, mioma crescendo para dentro, hiperplasia ou alteração que precisa de biópsia — e o ultrassom sozinho não separa essas possibilidades.

A histeroscopia diagnóstica

A histeroscopia diagnóstica é feita com um aparelho de calibre fino, dura poucos minutos e em geral não pede anestesia geral. A câmera percorre o canal do colo e a cavidade, e o que se vê é descrito na hora. Quando há indicação, colhe-se biópsia do endométrio no mesmo procedimento.

A cólica é a parte que incomoda, forte e curta, na passagem pelo colo. Quem já teve dificuldade com exames semelhantes deve dizer antes — há como tornar o procedimento mais confortável.

A histeroscopia cirúrgica

A histeroscopia cirúrgica entra quando o que foi encontrado precisa ser retirado. É realizada em centro cirúrgico, com anestesia, e resolve no mesmo ato:

  • Pólipo endometrial — retirado inteiro e enviado para exame.
  • Mioma submucoso — o que cresce para dentro da cavidade, e que é o tipo que mais causa sangramento volumoso e dificuldade de implantação.
  • Aderências — bridas dentro da cavidade, que podem reduzir ou interromper a menstruação.
  • Septo uterino — alteração de formação associada a perdas de repetição.
  • DIU sem fios visíveis — localizado e retirado sob visão direta.

A alta costuma acontecer no mesmo dia. O material retirado vai sempre para exame de laboratório, e o resultado é discutido na consulta de retorno.

Preparo e recuperação da histeroscopia

O preparo da histeroscopia inclui exames de rotina pré-operatórios, e o procedimento é agendado preferencialmente na fase do ciclo em que o endométrio está fino. A recuperação costuma ser de cólica leve e sangramento discreto por alguns dias, com retorno rápido à rotina na maioria dos casos.

Sangramento intenso, febre ou dor forte depois do procedimento pedem contato imediato, e isso é dito na alta.

Atendimento

A consulta sobre Histeroscopia (diagnóstica e cirúrgica) acontece no consultório da Dra. Leila Canever. Atendimento particular, com possibilidade de solicitar reembolso via convênio. Horários disponíveis e orientações de chegada são confirmados pelo WhatsApp antes de agendar.

Av. Nove de Julho, 3624Ed. DGN 360, 11º andar, conj. 113Jardim Paulista, São Paulo — SP — ver no mapa

Perguntas frequentes

O que a histeroscopia vê que o ultrassom não vê?

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O interior da cavidade uterina, direto e com luz. O ultrassom mostra espessura e sugere alterações; a histeroscopia mostra a superfície do endométrio, identifica pólipo, mioma que cresce para dentro, aderência e alteração de aspecto, e ainda permite colher material no mesmo momento para o exame de laboratório.

Qual a diferença entre a diagnóstica e a cirúrgica?

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A diagnóstica olha e, quando necessário, colhe biópsia. A cirúrgica resolve o que foi encontrado — retira pólipo, mioma submucoso, aderência ou dispositivo deslocado — e por isso usa instrumento mais calibroso e costuma exigir anestesia. Muitas vezes a primeira indica a segunda.

Precisa de internação?

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A diagnóstica costuma ser feita sem internação e sem anestesia geral. A cirúrgica é realizada em centro cirúrgico, com anestesia, e a alta na maioria das vezes acontece no mesmo dia. O tipo de anestesia e o preparo são definidos na consulta que antecede o procedimento.

Dói?

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A diagnóstica costuma dar uma cólica parecida com a de menstruação, concentrada nos poucos minutos em que o aparelho passa pelo colo. Muita gente descreve como incômodo tolerável. Se você já teve dificuldade em exames desse tipo, diga antes: existem formas de tornar o procedimento mais confortável.

Quando a histeroscopia é indicada?

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Sangramento uterino fora do padrão, sobretudo depois da menopausa; suspeita de pólipo ou de mioma para dentro da cavidade; endométrio espessado no ultrassom; investigação de dificuldade para engravidar ou de perdas de repetição; e retirada de DIU cujos fios não são encontrados.

Como é a recuperação da histeroscopia?

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A recuperação da histeroscopia costuma ser de cólica leve e sangramento discreto por alguns dias, com retorno rápido à rotina na maioria dos casos. Sangramento intenso, febre ou dor forte depois do procedimento pedem contato imediato. O material retirado vai sempre para exame de laboratório, e o resultado é discutido na consulta de retorno.

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